
Toda consulta começa com uma pergunta
Algumas chegam claramente formuladas; outras aparecem como inquietação, repetição, passagem ou desejo ainda sem nome.
O trabalho oracular cria um espaço para que essa pergunta possa ser observada por determinados ângulos. Sobre a mesa, cartas, imagens, símbolos e narrativas tornam-se vestígios de uma experiência em movimento. É no diálogo entre eles, e no encontro com a história de quem consulta, que a leitura ganha sentido.
